Uma planta carnívora foi flagrada comendo um pássaro em um viveiro em Somerset, no sudoeste da Inglaterra. Nigel Hewitt-Cooper, responsável pelo viveiro, estava inspecionando o jardim tropical quando descobriu que uma das plantas carnívoras havia aprisionado um pássaro.
Acredita-se que esta seja a segunda vez que se registrou uma planta carnívora comendo um pássaro em qualquer parte do mundo.
A outra ocasião em que tal fenômeno teria sido registrado foi na Alemanha há alguns anos, contou Hewitt-Cooper. "Eu tenho um amigo que estudou essas plantas a fundo e ele nunca encontrou evidências de nenhum deles ter capturado as aves", disse.
"As maiores frequentemente pegam sapos, lagartos e camundongos e as maiores de todas já foram vistas com ratos dentro delas, mas encontrar um pássaro dentro de uma delas é bastante incomum", afirmou.
A planta carnívora do viveiro de Somerset é natural do Sudeste Asiático. Ela atrai insetos e os aprisiona por meio de uma poça de líquido que usa, em seguida, para digerir suas presas.
Cooper-Hewitt disse acreditar que a ave tenha sido atraída por insetos presos pela planta. "Ela deve ter se inclinado para puxar um inseto que estava flutuando dentro do líquido da planta, escorregou e não conseguiu mais sair".
Arte em Paisagem
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Vamos plantar flores
As abelhas estão sumindo
Síndrome misteriosa faz bilhões de abelhas abandonar suas colmeias e desaparecer sem deixar rastros. Mas os cientistas acabam de descobrir qual é o motivo.Tudo está bem na colmeia. Milhares de abelhas, cada uma com sua função, trabalham numa harmonia perfeita. Até que algo estranho acontece. Sem motivo aparente, as abelhas surtam: simplesmente abandonam a colmeia, deixando para trás suas larvas, para nunca mais voltar.
Ninguém sabe para onde elas foram, nem se ainda estão vivas - pois não há rastros ou insetos mortos nos arredores da colmeia. É um comportamento muito estranho, eque está se espalhando pelo mundo: as abelhas de 10 países já apresentaram essa síndrome, que foi batizada de colony collapse disorder (“desordem de colapso de colônia”, em inglês).
Só nos EUA, o lugar mais afetado pela doença, 50 bilhões de abelhas sumiram, esvaziando 40% das colmeias do país. Os primeiros casos da síndrome apareceram em 2006, mas só agora os cientistas descobriram o que está fazendo as abelhas fugir. “É uma infecção por vírus, que danifica o código genético dos insetos”, afirma a entomóloga May Berenbaum, da Universidade de Illinois.
Esse vírus, que ainda não foi isolado, causa modificações em 65 genes dos insetos – e isso é que estaria provocando o comportamento bizarro das abelhas, cujo desaparecimento pode ter consequências muito mais graves do que a falta de mel. As abelhas são responsáveis pela polinização de mais da metade das 240 mil espécies de plantas floríferas que existem no mundo. Sem as abelhas, essas plantas não teriam como se reproduzir e sobreviver. Se um mundo sem abelhas já seria ruim, imagine sem flores.
O sumiço das abelhas Há poucos anos, colônias inteiras começaram a desaparecer sem deixar vestígios, na China, nos Estados Unidos e no Canadá. Isso é resultado do uso indiscriminado de pesticidas e, também, de sua alimentação
Planeta Sustentável01/10/2009 Gisela Heymann, de Paris – Edição : Mônica Nunes
Todo mundo sabe que abelhas produzem mel, um dos alimentos mais nutritivos e gostosos que se pode encontrar, além de geléia real, cera e própolis. Mas pouca gente conhece uma outra função desses insetos, essencial para a vida na Terra. Em seu vai e vem cotidiano em busca de alimento, as abelhas são responsáveis por transportar o pólen das flores e com isso fecundam as plantas, espalhando vida por onde passam. 80% do meio ambiente vegetal é fecundado pelas abelhas. Graças a elas, 20 mil espécies ameaçadas de extinção ainda resistem. E mais: quase metade da nossa alimentação depende exclusivamente do trabalho incessante das operárias, que chegam a percorrer
CAÇA AOS INDÍCIOS
Há 80 milhões de anos as abelhas cumprem diariamente a tarefa de polinizar plantas. Elas sobreviveram às mudanças climáticas e se adaptaram a quase todos as regiões do mundo. Isso até poucos anos atrás. O fenômeno ocorre em várias regiões do mundo: da China aos Estados Unidos e Canadá, passando pela Europa e até na América Latina. De 30% a 80% das colônias simplesmente sumiram nos últimos dois anos. Diante do que pode se tornar uma catástrofe ambiental, especialistas deram uma de Sherlock Holmes e saíram à caça do maior número possível de informações para explicar as mortes suspeitas. Partindo de uma certeza: a de que as mudanças ambientais provocadas pela ação do homem estão envolvidas nisso.
PRODUTOS QUÍMICOS
Os apicultores, criadores de abelhas, foram os primeiros a alertar para a mortalidade anormal dos insetos. Eles acusam agricultores de utilizar grandes quantidades de pesticidas, para proteger suas plantações. Os produtos químicos seriam, então, os assassinos. Mas cientistas também descobriram que as colônias estavam sendo atacadas por vírus e fungos, além de um parasita chamado Varroa destructor, uma espécie de ácaro, que tem o pouco simpático apelido de "vampiro de abelhas". Até agora, cada um defendia sua teoria, mas ninguém conseguia uma prova definitiva contra os suspeitos.
GANGUE DE PREDADORES
Há poucas semanas, cerca de dez mil cientistas e apicultores se reuniram na França para comparar suas teses. E chegaram à seguinte conclusão: todos os suspeitos têm culpa no cartório. As abelhas da espécie Apis mellifera estão sendo intoxicadas aos poucos pela forte concentração de pesticidas encontradas nas flores. Enfraquecidas, elas não conseguem mais se defender contra vírus, fungos e parasitas e perdem a luta contra os predadores com mais facilidade do que antes. Mas a alimentação das abelhas também contribui para sua fragilidade. Devido à agricultura intensiva, elas não encontram mais tantas variedades de flores pelo caminho. Seu organismo fica debilitado, assim como uma pessoa que só come macarrão ou abobrinha em todas as refeições de sua vida. Esses fatores se combinam de formas diferentes, de acordo com a região do mundo que se estuda, e o problema se agrava quando há escassez de água, devido à seca.
PLANTAR MAIS, DESTRUIR MENOS
Resta saber o que o homem vai fazer a partir de agora para tentar salvar a espécie. O grande físico Albert Einstein, pai da teoria da relatividade, teria afirmado, já nos anos 40, que a humanidade não resisitiria caso as abelhas deixassem de existir. Sem transporte de pólen, nada de fecundação das plantas e sem plantas, não há como alimentar o mundo. Você sabia que em 2050 seremos mais de 9 bilhões de pessoas vivendo no mesmo planeta ? O desafio será então cultivar mais, destruindo menos o nosso meio ambiente.
domingo, 15 de maio de 2011
Seed balls
Você já ouviu falar da seed balls ou bola de semente? Ela foi originalmente criada pelo agricultor japonês Masanobu Fukuoka, um dos grandes pioneiros da agricultura natural e justamente o responsável pela idealização das “seed balls” algumas décadas atrás.
A receita é bem simples:
Para cada 5 partes de argila vermelha misture três parte de composto orgânico, (não misturar esterco) e uma de sementes secas (dê preferência para árvores nativas da região). Misture todos os ingredientes e adicione água aos poucos até a mistura ficar mais homogênea.
Por fim, aperte bem a massa que se formou, molde-a em pequenas bolinhas e deixe-as secar na sombra por um ou dois dias ou até que a argila endureça. Depois disso, suas “seed balls” estão prontas! Quando jogadas em um terreno baldio, por exemplo, e após sofrerem ação do calor e da umidade, as sementes irão sair da proteção de argila e germinarão normalmente. Mas lembre-se de escolher sementes de espécies pioneiras que são resistentes ao sol.
Depois chame a criançada para ajudar a espalhar as futuras árvores, eles vão gostar da brincadeira.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
O texto é um pouco extenso mais vale a pena ler, é incrível.
Backster que era um curioso, revolucionaria o pensamento do mundo em relação às plantas. Ele imaginava que elas tivessem alguma reação a ameaças físicas, mas ele acabou se surpreendendo quando só de ter a idéia de queima-la, causou grandes saltos nos gráficos traçados pelo aparelho. Mas adiante o mesmo fato foi registrado quando ele se aproximou com a intenção de queima-la com um fósforo na mão. A planta parecia saber quando eram ameaças reais ou quando ele estava "blefando"... Backester por acaso abriu uma nova porta para um estudo sem evidência e ignorado por todos.
Pesquisas realizadas hoje no Brasil, estão comprovando, e fazendo revoluções na visão da ciência, que provavelmente fará com que a humanidade tenha um convívio mais harmonioso com a natureza. O jornal Nature Biotechnology, traz uma informação muito interessante a respeito das folhas de fumo. Segundo o pesquisador DOMINIQUE VAN DER STRAETEN e sua equipe, as folhas quando são infectadas por vírus, entram em estado de febre, chegando a um aumento de até 0,4 graus Celsius, isto oito horas após o efeito dos vírus se manifestarem. Segundo ele é um processo parecido com o do corpo humano. Um brasileiro, mestre em eletrônica e engenheiro pela Universidade de Nova York e um dos fundadores da Faculdade de Engenharia Industrial, de São Bernardo do Campo, SP, ARLINDO TONDIN, baseado em tais descobertas, resolveu fazer uma investigação parecida com a de Backester.
Tondin desconfiava que o transporte da seiva da raiz até as folhas, estava ligado a um fenômeno elétrico. Para comprovar isto, ele fixou eletrodos próximo à raiz e num dos galhos de um limoeiro, após esta experiência ele verificou que havia uma diferença de potencial elétrico entre os dois pontos. Para confirmar, ligou uma pilha aos eletrodos intensificando a corrente elétrica na região, o resultado foi os frutos ficaram maiores e amadureceram mais rápido, comprovando o esperado. Mas Tondin não parou por aí, a próxima experiência seria descobrir como as plantas reagiriam a agressões externas e como isso alteraria a corrente elétrica.Usando um osciloscópio de raios catódicos de alta sensibilidade, ele começou a queima-la. O resultado foi fantástico. Tondin começou até a questionar se teria o direito de estar agredindo o vegetal e a natureza, foi quando ele resolveu interromper a pesquisa. A planta teve uma reação tão rápida que a imagem na tela do computador que estava estacionária começou a oscilar e apresentar intensas variações. Com isso o engenheiro comprovou o que Backster disse em seus estudos, relatados em a "Vida Secreta das Plantas".
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Exposição de Orquideas
Orquideas diversas e bem diferentes.
Premiação de Ikebanas. Não perdi tempo e tirei essa foto com essa senhora muito simpática.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Como cuidar de orquideas

Para você que tem pouco espaço e não tem tempo de cuidar de plantas, mas gostaria de humanizar seu ambiente, aqui vai uma dica bem bacana.
Muitas pessoas acham que é muito difícil cuidar de orquideas, mas elas estão enganadas, é bem simples e você pode conferir muitas dicas neste site, como adubar, reproduzir, regar, etc...
Acesse e curta.
http://www.orquidea.bio.br/
domingo, 27 de março de 2011
Vazo
Tem algumas idéias bem interessantes neste site, caso vocês queiram dar uma olhada :
http://www.cacareco.net/
Assinar:
Comentários (Atom)








